Decepções machucam mas ensinam a viver


Decepções... Não há nada como. Algumas são mais rápidas de superar, outras nem tanto assim... Mas por que será que nós nos decepcionamos? Por que não podemos simplesmente viver sem isso? Por qual razão volta e meia uma decepção insiste em aparecer? É claro que elas fazem parte, mas por que elas quase sempre têm que ser tão devastadoras? Eles dizem que sempre existe algo bom em tudo aquilo que é ruim, que podemos aprender com os nossos erros e tudo o mais, mas mesmo assim muitas vezes voltamos a nos decepcionar.

Podemos nos decepcionar com várias coisas, situações etc, porém quase todas as decepções ou estão relacionadas a outras pessoas ou são em relação a nós mesmos.

Criar expectativas. É tão fácil falar estas duas palavras... Mais fácil ainda (ou não) é negar que, de fato, nós o fazemos. Se torna quase inevitável fazer isso, é ótimo imaginar e se apegar à imaginação, pena que a realidade, nem sempre, tem muito a ver com ela. E é aí, nesse imaginar, que mora o perigo. Imaginamos determinada situação, criamos como uma bolha de sabão outra atmosfera, cada detalhe perfeitamente e nos apegamos àquilo, porém quando retornamos à realidade e é chegada a hora daquela determinada situação realmente acontecer, a coisa muda de cenário, e, talvez não no mesmo instante, sentimos aquele apertozinho no peito.

Nós nos relacionamos com tantas pessoas em nossas vidas que não raramente temos a tendência de gostar mais de umas e menos de outras, aprendemos a confiar nelas e volta e meia precisamos de algumas delas. Porém acontece que essas pessoas nem sempre farão/serão conosco tudo da forma como esperamos ou pensamos; são diferentes da gente – afinal ninguém é igual a ninguém – e quando precisam agir, cada um age do seu próprio jeito, da maneira que achar melhor, maneira essa que nem sempre poderá nos agradará. Por isso, criar expectativas em relação a um outro alguém, independentemente do lugar que essa pessoa tem em nossas vidas, é algo um pouco arriscado que possui chance considerável de nós desapontar um pouco.

Outra forma, bem chata na verdade, de ficarmos decepcionados, é com nós mesmos. Não sei de certeza se o ‘grau’ deste tipo de decepção é pior do que o da anterior, mas essa é diferente de todas as outras porque ela, em sua essência, não tem a ver com outra pessoa a não ser nós mesmos. Nela não há um outro alguém a quem apontar ou até mesmo a culpar, só a gente mesmo... Mas por que nós nos decepcionamos até com nós mesmos? Uma das respostas mais plausível para essa pergunta seria as nossas próprias escolhas.

Para cada ação, uma reação.” Tomar decisões sempre será intrínseco à vida. É algo que além de ser muito importante, tem a capacidade de alterar o nosso futuro. Então decidir sobre algo ou fazer alguma escolha não é uma tarefa ‘fácil’ de se fazer, muito menos deve ser feito no calor da emoção, mas sim quando tiver sido bem pensado e repensado quantas vezes necessárias. Não existe algo melhor do que tomar uma decisão estando seguro de que você está fazendo a coisa certa tanto para aquele momento quanto a longo prazo e que isso jamais lhe trará arrependimentos ou decepções. Isso não é muito difícil de se fazer se sempre fizermos o uso da nossa perspectiva e da nossa intuição.

A vida em si é um constante aprendizado. Em todo e qualquer momento podemos aprender algo novo, só precisamos abrir nossos olhos. Uma decepção não é em sua totalidade algo ruim, como disse antes há sempre algo bom em uma coisa ruim. Será que mais uma decepção não seria um sinal de que algo não está como deveria ser? Ou então uma lição para que determinada coisa, tipo uma escolha ou um erro, não se repita mais? Nada em nossas vidas acontece simplesmente porque tem que acontecer, tudo acontece por um ou mais motivos, até mesmo as decepções. ☺

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Ruan Lucas

Um aspirante a ator que é estudante de Administração, bom amigo e blogueiro de vez em quando.

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